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<title>PRÓTESE DENTÁRIA</title>
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<updated>2026-07-14T01:50:43Z</updated>
<dc:date>2026-07-14T01:50:43Z</dc:date>
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<title>Efeitos musculares da toxina botulínica-A para hipertrofia do masseter: um ensaio clínico randomizado e triplo-cego</title>
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<name>Nobre, Bryanne Brissian de Souza</name>
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<updated>2025-05-28T20:14:25Z</updated>
<published>2024-02-28T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Efeitos musculares da toxina botulínica-A para hipertrofia do masseter: um ensaio clínico randomizado e triplo-cego
Nobre, Bryanne Brissian de Souza
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<dc:date>2024-02-28T00:00:00Z</dc:date>
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<title>"PERCEPÇÃO VISUAL DO PADRÃO DE ABERTURA DA BOCA: QUE FATORES INFLUENCIAM O DIAGNÓSTICO CLÍNICO?"</title>
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<name>Santos, Pablo Leal Teixeira</name>
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<updated>2023-11-01T13:54:47Z</updated>
<published>2020-05-19T00:00:00Z</published>
<summary type="text">"PERCEPÇÃO VISUAL DO PADRÃO DE ABERTURA DA BOCA: QUE FATORES INFLUENCIAM O DIAGNÓSTICO CLÍNICO?"
Santos, Pablo Leal Teixeira
Objetivo avaliar a percepção clínica do padrão de abertura bucal em relação ao tipo &#13;
e ao lado do movimento por cirurgiões dentistas de diferentes formações e em &#13;
diferentes condições clínicas. Metodologia: Um questionário digital e online (google &#13;
forms) contento 12 vídeos com diferentes padrões de abertura bucal e fatores de &#13;
interferência (amplitude do desvio, desvio de linha média em máxima &#13;
intercuspidação habitual e presença de aparelho ortodôntico fixo), foi divulgado por &#13;
meio de um link, onde cirurgiões dentistas com diferentes formações responderam &#13;
quanto ao tipo de abertura e o lado para qual o desvio ocorreu (quando existia). Os&#13;
vídeos foram criteriosamente gravados, selecionados e editados, com o intuito de &#13;
simular o atendimento clínico, seguindo os comandos do DC/TMD. Os vídeos foram &#13;
publicados em um canal no Youtube com acesso restrito, sendo visualizados apenas &#13;
pelos que receberam o convite para pesquisa. Os participantes foram divididos em 3 &#13;
grupos de acordo com a sua formação, sendo G1 estudantes do curso de &#13;
odontologia, G2- cirurgiões dentistas que não apresentavam formação em prótese &#13;
dentário e/ ou disfunção temporomandibular e dor orofacial; G3- cirurgiões dentistas &#13;
especialistas em prótese dentaria e G4 cirurgiões dentistas especialistas em DTM e &#13;
DOF. Os dados foram automaticamente tabulados, pela própria plataforma (Google &#13;
Docs), gerando um arquivo no formato Excel (Microsoft Office) e as respostas foram &#13;
categorizadas em acertos e erros. A análise estatística foi realizada por meio do &#13;
Software Bioestat 1.0. Adotou-se uma referência de significância de 5%. &#13;
Resultados: Foram um total 136 respostas sendo G1 n= 40, G2 n= 49, G3 n=19 e &#13;
G4 n= 28. A análise estatística do índice de acerto para o tipo do desvio mandibular &#13;
foi menor em G1, maior em G4, G2 e G3 tiveram resultados semelhantes e &#13;
intermediários (P=0,018). O índice de acerto referente ao lado do movimento não &#13;
teve diferença entre os grupos avaliados (p&gt;0,05). Os desvios menores do que 2 &#13;
mm foram mais difíceis de serem percebidos quando comparados aos desvios &#13;
maiores do que 2mm (p&lt;0,001) em relação ao padrão de abertura bucal. Os &#13;
movimentos que apresentaram desvio de linha média em MIH maior do que 1mm &#13;
bem como os que apresentavam aparelho ortodôntico fixo, também tiveram sua &#13;
percepção dificultada quando comparados a movimentos sem desvio de linha média &#13;
e sem a presença de aparelho ortodôntico fixo, respectivamente (p&lt;0,05). &#13;
Conclusão: o uso de aparelho fixo, a presença de desvio de linha média em MIH &#13;
dificultam a percepção clínica do trajeto mandibular. Desvios com amplitudes &#13;
maiores que dois milímetros são mais facilmente identificados. O nível de &#13;
formação/experiência do cirurgião-dentista influencia na taxa de acertos da &#13;
avaliação do trajeto mandibular, sendo que os especialistas em DTM e Dor Orofacial &#13;
são os mais preparados para este tipo de exame. Sendo assim, o treinamento e a &#13;
calibração na execução da avaliação dos padrões de abertura e fechamento bucal &#13;
devem ser realizados com cautela, com o intuito de excluir possíveis diagnósticos, &#13;
evitar exames complementares não necessários e sobretratamentos.
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<dc:date>2020-05-19T00:00:00Z</dc:date>
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<title>"PRÓTESE FIXA COM CANTILÉVER SOBRE IMPLANTE UNITÁRIO: AVALIAÇÃO DA SOBREVIVÊNCIA, MODOS DE FALHA E TORQUE APÓS FADIGA"</title>
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<name>Schwanke, Marcos Robson Flinkerbusch</name>
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<id>http://hdl.handle.net/123456789/155</id>
<updated>2023-11-01T13:00:28Z</updated>
<published>2020-06-26T00:00:00Z</published>
<summary type="text">"PRÓTESE FIXA COM CANTILÉVER SOBRE IMPLANTE UNITÁRIO: AVALIAÇÃO DA SOBREVIVÊNCIA, MODOS DE FALHA E TORQUE APÓS FADIGA"
Schwanke, Marcos Robson Flinkerbusch
PROPOSIÇÃO: O Objetivo deste trabalho foi avaliar o comportamento de uma prótese fixa &#13;
com cantiléver sobre um único implante em conexões Externas Hexágonal e Conexões &#13;
Internas Cônicas, após teste de fadiga mecânica. MATERIAL E MÉTODOS: 18 Implantes&#13;
(3,75 x 11 mm) da marca Neodent (Curitiba, PR, Brasil) com diferentes conexões, foram &#13;
divididos em três Grupos (HE - Hexágono Externo n=6, CM - Cone Morse n=6 e GM - Grand &#13;
Morse n=6), receberam seus respectivos pilares e uma prótese parafusada metálica de dois &#13;
elementos, sendo um em cantiléver. Os corpos de prova foram submetidos a um teste de &#13;
fadiga, com carga cíclica de 240 N, durante 1,2 milhão de ciclos a uma frequência de 2 Hz. &#13;
Foram avaliadas a taxa de sobrevivência, os modos de falha e diferenças entre torques de &#13;
instalação e remoção dos parafusos das próteses e dos pilares. RESULTADOS: No Grupo &#13;
HE, verificou-se sobrevivência de 16,7%, no Grupo CM 0% e no Grupo GM 66,7%, com&#13;
diferença estatisticamente significativa entre eles (p=0,027) através do teste Qui-quadrado. &#13;
Os modos de falha observados no estudo também com o teste Qui-quadrado, foram &#13;
estatisticamente diferentes (p=0,020) sendo o afrouxamento do parafuso da prótese o mais &#13;
frequente e fratura do parafuso do pilar observada no Grupo HE. As falhas ocorreram mais &#13;
precocemente no grupo CM (183,33 ± 92,32 mil ciclos) apresentando diferença &#13;
estatisticamente significante pelo teste Anova e teste de Tukey (p=0,001) em comparação aos &#13;
grupos HE (720 ± 327,11 mil ciclos) e GM (1.050 ± 212,13 mil ciclos). Houve diminuição&#13;
estatisticamente significante (p&lt;0,001) através do teste t dependente, com relação ao torque &#13;
de remoção em todos os parafusos, com exceção dos parafusos do pilar do Grupo CM, que &#13;
apresentaram acréscimo de valor. CONCLUSÃO: O comportamento sob fadiga das próteses &#13;
com cantiléver sobre um único implante variaram de acordo com o tipo de conexão e desenho &#13;
dos componentes. A conexão GM apresentou maior sobrevivência à fadiga e maior número &#13;
de ciclos até a falha. A falha mais frequente foi o afrouxamento do parafuso da prótese, &#13;
observado em todos os grupos. Todos os parafusos apresentaram redução do torque de &#13;
remoção, com exceção do parafuso do pilar CM, que teve seu torque aumentado.
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<dc:date>2020-06-26T00:00:00Z</dc:date>
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<title>"ATRATIVIDADE DE SORRISOS NATURAIS E TRATADOS COM LAMINADOS  CERÂMICOS"</title>
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<name>Soppelsa, Márcia Santana</name>
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<id>http://hdl.handle.net/123456789/154</id>
<updated>2023-11-01T12:50:45Z</updated>
<published>2020-06-23T00:00:00Z</published>
<summary type="text">"ATRATIVIDADE DE SORRISOS NATURAIS E TRATADOS COM LAMINADOS  CERÂMICOS"
Soppelsa, Márcia Santana
Objetivo: avaliar a percepção da atratividade do sorriso, composto por dentes &#13;
naturais (DN) e por dentes tratados com laminados cerâmicos (LC) por leigos, &#13;
estudantes e cirurgiões-dentistas. Metodologia: Foram selecionadas 12 fotografias&#13;
de sorriso (6 de sorrisos DN e 6 tratados com LC) e 2 imagens fixas usadas para &#13;
calibração. As imagens foram inseridas em um questionário online onde cada &#13;
participante respondeu atribuindo uma nota de 0 a 10 para cada imagem, sendo 0 &#13;
o sorriso menos atrativo e 10 o sorriso mais atrativo. A população de estudo foi &#13;
composta por leigos(GL, n=211), alunos de graduação do curso de odontologia (GE, &#13;
n=44) e cirurgiões dentistas(GD, n=58), sendo a amostra final composta pelo maior &#13;
número de participantes que responderam ao questionário durante o período de 3 &#13;
meses. A análise estatística foi realizada sendo adotado uma referência de &#13;
significância de 5 %. Resultados: O sorriso com laminados cerâmicos foi mais &#13;
atrativo do que o sorriso composto por dentes naturais (p&lt;0,001) em GL, GE e GD. &#13;
Na comparação entre grupos, GE foi diferente de GL e GD, apresentando maior &#13;
nota para LC e menor nota para os DN (p&lt;0,001). Para GL, não houve diferença &#13;
entre gênero feminino e masculino (p&gt;0,05) quanto ao tipo de tratamento. Para a &#13;
atratividade do sorriso em dentes tratados com laminados cerâmicos, os &#13;
participantes de 18 a 45 anos, atribuíram notas maiores do que os participantes com &#13;
mais de 45 anos (p&lt;0,001). GL também foi analisado de acordo com a renda bruta &#13;
mensal tendo com relação sorrisos naturais e os sorrisos tratados com laminados &#13;
cerâmicos , sendo, as maiores notas médios atribuídos por participantes com renda &#13;
entre 0 a 2.200 reais e as menores notas médios por participantes com renda acima &#13;
de 5 mil reais (p&lt;0,05). Conclusão: Os sorrisos tratados com laminados cerâmicos &#13;
foram mais atrativos do que sorrisos formados por dentes hígidos em todos os &#13;
grupos avaliados. Para o grupo de leigos aspectos como a idade e renda bruta &#13;
mensal influenciaram na atratividade do sorriso, em dentes naturais e reabilitados.
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<dc:date>2020-06-23T00:00:00Z</dc:date>
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